O melhor Grupo de Jovens é o meu!
| Você já imaginou se você realmente acreditasse nisso? Independente de sua posição lá dentro (líder, pastor, ministro de louvor ou dança) qual seria a sua atitude em relação ao seu grupo de jovens… ou adolescentes se você acreditasse nisso?Estava pensando a respeito disso nestes dias.
Creio que nossa atitude em relação a nossa igreja/ministério influencia diretamente o como as outras pessoas enxergarão aquilo que fazemos. Já participei de reuniões de adolescentes onde parecia que todos estavam lá obrigados (inclusive líderes e ministros de louvor)! Obviamente o resultado era horrível… Mas também já participei de reuniões onde todos estavam tão felizes de estar lá que nem mesmo a falta de qualidade musical dos ministros fazia diferença! Era o melhor lugar do mundo para se estar! Entenda que os problemas sempre existirão, e alguns deles você não pode nem mesmo “resolver”. Porém você pode (e deve) mudar a sua atitude em relação aos “defeitos” do seu grupo de jovens/adolescentes. É mais ou menos como aquela história de Josué e Calebe. Eles olharam para o “grupo de jovens” que Deus tinha para eles, e viram os mesmo gigantes que os outros caras tinham visto. Porém a atitude deles foi totalmente diferente dos outros caras! (Leia em Num. 13) Se você realmente não gosta do grupo de jovens/adolescentes de sua igreja, tome uma atitude em relação a isso! Sirva ao líderes/pastores do ministério e faça o seu melhor para que o seu grupo de jovens/adolescentes seja o melhor grupo do mundo! Use a sua influência para construir e não para destruir… TODY |
Para Refletir: NAMORO DESCARTÁVEL
A pós-modernidade é marcada por carência de valores. É por isto que a sociedade tem passado por um estado de mutação constante, novos termos são criados e os antigos são reinterpretados. Não existem mais verdades absolutas, e sim opiniões e verdades particulares. Segundo o pensamento pós-moderno “cada ser é um universo”, e todos devem criar para si os seus próprios padrões e verdades, isso é que o dizem.
No campo relacional, podemos admitir que o namoro sofreu grandes mudanças, com limites ampliares e valores modificados. Um dos grandes problemas do namoro na pós-modernidade é o hedonismo. Hedonismo é uma corrente de pensamento que favorece o descartável, como bem firmou Vinicius de Moraes: “o amor é eterno enquanto dura”.
O Pensador e Escritor Zygmunt Bauman, de origem polonesa, lançou um livro onde analisa as mudanças introduzidas pela pós-modernidade, utilizando uma palavrinha interessante: “líquido”, assim subtraí-se que o amor é líquido, que o namoro é líquido, que a vida é líquida.
Bauman analise com bastante propriedade as relações amorosas neste tempo de mudança global, tudo que era sólido se desmanchou no ar e o amor, “que era para ser sólido se fez líquido e escorrega pelos dedos, sem que se possa retê-lo e muito menos experimentar sua consistência”.
Palavras que definem bem o namoro líquido é retratada na música “Já sei namorar”: “Eu sou de ninguém Eu sou de todo mundo E todo mundo é meu também…”
Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também… É não ser livre para trocar e crescer… É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão. A maioria não quer ser de ninguém, mas que quer que alguém seja seu, “ontem queria e agora já não quero. Hoje te beijei e amanhã não te conheço. Hoje fui tua e você foi meu, mas amanhã o líquido da relação descartável tomará a forma de outro recipiente, configurando a vida de outra pessoa…pelo espaço de alguns segundos. Pois logo depois já será hora de clicar de novo e mudar de rumo e de pessoa.”
Embora já saibam namorar, “os tribalistas” não namoram. Ficar, também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é “namorix”. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada.
Acreditamos ser oportuno fazer algumas reflexões e considerações sobre o namoro, essa forma de vivê-lo que parecia ter vindo para ficar, mas agora parece que está com os dias contados.
“Quem já namorou ou namora segundo os velhos padrões há de concordar comigo: não há nada melhor! Paixão, falta de sono para poder continuar pensando no ser amado. Correr ao telefone feito louco(a) na certeza de que é ele ou ela. E ouvir a voz e suar frio e pegar na mão e suspirar. E desejar que as horas não passem para ficar mais tempo juntos, namorando, namorando e namorando.”
E quem como eu acreditou no namoro e o levou para frente viu que nem só de escurinho do cinema vive o namoro, ou de beijos trocados e abraços roubados e juras trocadas. Quando ele se prolonga vêm as dificuldades a serem superadas, a necessidade de apoiar o outro e ficar firme ao seu lado mesmo quando não é gostoso nem fácil. Enfim, vem o compromisso que é sólido e não se desmancha no ar. Ao contrário, vai construindo uma relação que deverá se traduzir posteriormente, se tudo der certo, em uma união estável no casamento e na formação de uma família.”
O que fazer para viver o namoro coerente e de maneira cristã? Olhar para Jesus Cristo, o modelo antropológico perfeito. Olhar para o testemunho de tantos casais que vivem o namoro correto e santo. Afinal, a conquista da felicidade não se dá sem sacrifício, renúncia e entrega consciente. Onde há o amor não há a dor. “Felizes os puros de coração porque verão a Deus” (Mt. 5: 8).
PENSE: Ser namorados é mais do que caminhar juntos, é ter o mesmo ideal de vida.
ORE: Senhor! Abençoe os nossos jovens, os que estão namorando e aqueles que estão em busca de namoro, que o Teu Espírito, o Espírito Santo, possa conduzi-los em santidade e retidão. Em nome de Jesus, amém!
Texto de Rev. Ashbell Simonton Rédua – Pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil
As Cores do Rei
As Cores do Rei
Leitura:
João 13:31-35
Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos,
se vos amardes uns aos outros. – João 13:35
Na Tailândia, o povo ama e admira grandemente o Rei Bhumibol (Rama IX), que os liderou durante mais de 60 anos. Ao exibir o seu respeito pelo rei, o povo Tailandês usa camisas amarelas todas as segundas-feiras, porque o amarelo é a cor oficial do rei.
Quando nós procuramos viver para o nosso Rei, o Senhor Jesus Cristo, deveríamos também mostrar as nossas cores de submissão e apreciação por tudo o que Ele fez por nós. Mas como? Quais são as “cores” que declaram ao mundo que nós servimos o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores?
Na noite antes da Sua crucificação, o Rei Jesus disse-nos quais deveriam ser as nossas “cores” ao dizer: “Nisto todos conhecerão que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35). O Seu discípulo João ecoou isto quando ele escreveu: “Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemo-nos amar uns aos outros” (1 João 4:11).
Quando exibimos o amor de Cristo aos nossos amigos crentes, isso é muito mais do que mera bondade ou cuidado. É um dos modos mais tangíveis pelos quais podemos mostrar o nosso amor e devoção ao Salvador.
Ao interagirmos com irmãos seguidores de Cristo, estejamos certos de que mostramos as nossas cores. Isso honrará o nosso Rei diante de um mundo observador. – Bill Crowder
O NOSSO AMOR POR DEUS MOSTRA-SE
NO NOSSO AMOR PELOS OUTROS.
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